terça-feira, 28 de outubro de 2008

Poema


"Há certas horas, em que não precisamos de um Amor...
Não precisamos da paixão desmedida...
Não queremos beijo na boca...
E nem corpos a se encontrar na maciez de uma cama...

Há certas horas, que só queremos a mão no ombro, o abraço apertado ou mesmo o estar ali, quietinho, ao lado...
Sem nada dizer...

Há certas horas, quando sentimos que estamos pra chorar, que desejamos uma presença amiga, a nos ouvir paciente, a brincar com a gente, a nos fazer sorrir...

Alguém que ria de nossas piadas sem graça...
Que ache nossas tristezas as maiores do mundo...
Que nos teça elogios sem fim...
E que apesar de todas essas mentiras úteis, nos seja de uma sinceridade
inquestionável...

Que nos mande calar a boca ou nos evite um gesto impensado...
Alguém que nos possa dizer:

Acho que você está errado, mas estou do seu lado...

Ou alguém que apenas diga:

Sou seu amor! E estou Aqui!"


William Shakespeare


Porque sim, porque numa pesquisa encontrei e porque gostei, achei por bem partilhá-lo com quem vem aqui de vez em quando ver o que tenho para dizer...

3 comentários:

Anónimo disse...

...Belo poema que tem muito a ver contigo e no qual tambem me identifiquei neste momento... Por vezes a presença e o carinho transmitido por um abraço de uma pessoa especial valem mais que um beijo...a tua presença!

Que triste a realidade...

Bjinho pa ti!

Anónimo disse...

Gostei muito minha riqueza...
E é isso mesmo!!
Palavras para quê?
Bjo grande grande para ti!
ADRT MT

Jóni Costa disse...

Simplesmente lindo o poema...
Adorei... Olha, ví um filme muito recentemente que se chama 'once', procurem e vê com a sofia, é siplesmente lindo.
adoro-te minha porkinha mais pekena